Excertos “A Arte de Caminhar” II

Caminhar1Ver Livro a “Arte de Caminhar” – 1ª parte

“Acho que não consigo preservar a minha saúde e o meu espírito se não passar quatro horas por dia, pelo menos – e geralmente é bem mais do que isso -, vagueando através dos bosques, dos montes e dos campos, totalmente liberto de todos os compromissos terrenos. Com igual segurança, poderíeis dizer: um centavo ou mil libras pelos teus pensamentos. Nestas alturas lembro-me que os artesãos e os negociantes permanecem nas suas lojas não só toda a manhã, mas toda a tarde sentados de pernas cruzadas – como se as pernas fossem feitas para nos sentarmos sobre elas -; acho que esta gente merece algum respeito e consideração por não terem todos eles cometido o suicídio há muito tempo.”

“Além do mais, deveis caminhar como um camelo, que, segundo dizem, é o único animal que rumina enquanto caminha. Quando um viajante pediu à empregada de Wordsworth que lhe mostrasse o gabinete de trabalho do patrão, ela respondeu: “Esta é a sua biblioteca, mas o seu gabinete está lá fora.””

in “A Arte de Caminhar”, de Henry David Thoreau

Nota: Capa original do livro alterada.

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