O verdadeiro peregrino: existe?

Este é um tema focado tanto no livro “I’m Off Then”, de Hape Kerkeling, como no filme “The Way”.
Afinal o que é um verdadeiro peregrino? Será aquele que leva o mínimo de equipamento, sujeitando-se aos imprevistos? Ou aquele que se distancia dos seus confortos diários? Ou ainda o que leva apenas o dinheiro necessário sem dar para grandes luxos? Talvez o que faz todo o percurso a pé sem recurso a transportes? Ou o que transporta a sua mochila em autonomia? O que permanece nos albergues municipais? …
Não tenho resposta, mas, cada vez mais, respeito as opções de cada um. Inicialmente, a tendência natural, seria achar “injusto” alguém chegar primeiro ao albergue porque não carregou mochila, tirando assim o lugar a outros que a carregaram; ou o facto de fazer o percurso em bicicleta em vez de ir a pé, etc. Tendia a achar que podia medir o esforço e “sacrifício” de cada um segundo aquilo que observava, mas a verdade é que não podemos julgar pelas aparências. Quem sabe se através de uma experiência não pretendem voltar e fazer de outra forma? Para mim faz sentido o Caminho de certa maneira e, se para outros, faz sentido de outra, o mais importante é que o façam! :)

(Fonte Imagem: aqui)
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